
A OAP - Orquestra Académica Portuguesa foi criada em 2014 por David Bracke com o objetivo de dar a jovens estudantes e comunidade em geral a oportunidade de aliar os estudos à música, permitindo que continuem a desenvolver o seu percurso artístico num ambiente académico.
Desde então elaborámos diversas colaborações tanto em Lisboa como no Porto, destacando-se os concertos com o coro Organum Vocale, o Coro da Associação de Amigos da Escola de Música do Conservatório Nacional e o Coro de Ciências Musicais da Universidade Nova de Lisboa.
Para além da orquestra sinfónica, engloba vários grupos de câmara, incluíndo uma orquestra de câmara (Camerata Sete Colinas) e, desde 2015, o Coro Académico Português (CAP).
É dirigida pelo maestro Tomás Frazer desde 2022 e recentemente acompanhou solistas como André Cameron (Teatro alla Scala, Orquestra Gulbenkian), Ricardo Salavessa (Prémio José Augusto Alegria) e Serhii Bilokin (Filarmónica de Dnipro).
O maestro do coro é Samuel Rausch desde 2024.
É representante de Portugal na Federação Internacional de Orquestras Amadoras.
Desde a sua criação a OAP contou com os maestros Diogo Ribeiro, Frederico Costa, Rodrigo Cardoso, António Noveis, Emanuel Vieira, Lawrence Axelrod, Manuela Magno e João Ramos.
Reportório recente:
Suite L'Arlesienne, Bizet
Sinfonia nº1 em Dó Maior, Ludwig van Beethoven
Suite Coriolano, Ludwig van Beethoven
Sinfonia nº8 em Si Menor, Franz Schubert
Abertura Italiana em Dó Maior, Franz Schubert
Sinfonia 103 em MiB Maior, Joseph Haydn
Finlandia, Jean Sibelius
Masques et Bergamasques, Gabriel Fauré
Pavane para uma Infanta defunta, Maurice Ravel
Serenata para sopros, Johannes Brahms
Begräbnisgesang, Johannes Brahms
The Unanswered Question, Charles Ives
Psaume 150, César Franck
Verleih uns Frieden, Felix Mendelssohn







































































